sábado, 14 de fevereiro de 2015

Como uma onda

        É impressionante como alguns acontecimentos fazem  a opinião pública se tornar antiquada e imoral, quando o desejo de transformação e ignorância é manipulado por parte da mídia e os derrotados na política não aceitam o resultado do jogo democrático. 
         Segundo a Wikipédia,as ondas da superfície do mar são geradas pelo vento que cria forças de pressão e fricção que perturbam o equilíbrio da superfície dos oceanos.
 A onda da vez é o impeachment da Presidenta Dilma. Os ventos oportunistas de uma classe aristocrata e recalcada esta gerando uma histeria que não beneficia o pais e desvia 
o foco do real problema  dos recentes e corriqueiros casos de corrupção no brasil. Um problema cultural  que deveria ser tratado como prioridade e não como palanque para sensacionalismo. Teoricamente, para governar é necessário "agradar" todos os lados envolvidos nos diversos projetos e planos para o estado, como por exemplo o atual projeto de parcelamento das dívidas dos clubes de futebol. Tem o lado dos cartolas, atletas e dos torcedores. É preciso fornecer garantias para todos para que o projeto funcione. Porem o que se vê é troca de favores e propinas, gerando  projetos confusos e vazios.  Mesmo que o governo esteja bem intencionado não conseguira  exercer de forma correta seu dever, a não ser que entre no "jogo".
          Evidentemente o governo segurou algumas medidas impopulares para depois da eleição, como o aumento dos preços da energia elétrica e combustível.  Com a Petrobras vendendo a gasolina para as distribuidoras a preços menores do que ela comprou e a diminuição da geração de energia por hidroelétricas isso era previsível.
          É nessa hora que falsos puritanos aparecem como  "salvadores da pátria". Tem gente querendo a volta da ditadura, pois sabem que para um impeachment não há fundamentos.
          Ora!  Vamos encarar o problema de frente, temos que investir pesado em educação, é única solução para acontecer as mudanças que a maioria quer.

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